Uma Valsa com a Morte: Ou o Pouco que sei Sobre Musica, Literatura, Melancolia, Espiritualidade e
Joao Tordo
Synopsis "Uma Valsa com a Morte: Ou o Pouco que sei Sobre Musica, Literatura, Melancolia, Espiritualidade e"
Partindo da musica e da literatura, Joo Tordo regressa ao ensaio, com um conjunto de textos onde explora a relaço humana com a espiritualidade e a religio, assim como o medo que nos limita, o optimismo que nos impele, a melancolia que nos afunda e a possibilidade da alegria e da comunho.No e o medo da Morte uma expresso de vida? Que fazer da vida, e que sentido tem ela, quando a Morte e um facto consumado para todos nos? Apos o falecimento da sua avo, o escritor Joo Tordo encontrou o fio de luz que une as reflexes contidas neste livro: a sombria, intangivel, inevitavel, e por vezes ate comica, presença da Morte na vida. Partindo da musica e da literatura - e da relaço destas com o Sublime -, Joo Tordo regressa ao ensaio com um conjunto de textos nos quais explora a relaço humana com a espiritualidade e a religio, assim como o medo que nos limita, o optimismo que nos impele, a melancolia que nos afunda e a possibilidade da alegria e da comunho.Essa contradiço interna do ser humano - no encontrar logica na existencia, porque a Morte derrota-a, e ao mesmo tempo continuar ligado a vida - e mais propriamente aquilo a que Aristoteles chamava 'espanto' ou 'assombro'. Se, no inicio, o Homem se maravilhava diante dos fenomenos mais simples - imaginemos o hominideo do Paleolitico Superior, com cara de Homer Simpson, a vislumbrar um eclipse, de boca aberta e olhosesbugalhados -, mais tarde, esse espanto transforma-se em pergunta, e a pergunta em duvida. Entramos no territorio do pathos, que nos faz questionar o que somos, a razo pela qual aqui estamos e, sobretudo, pela qual permanecemos.Joo Tordo tem uma capacidade enorme de efabulaço que no se encontra facilmente. Jose SaramagoTal como o Nobel Jose Saramago, Joo Tordo pe em questo, com o seu talento, a crença numa identidade propria a qual nos, os humanos, estamos apegados. Le MondeUm romance que se abre em escurido e labareda, para que nos vejamos ao espelho. Jose Tolentino Mendonça (sobre O luto de Elias Gro)Uma escrita vibrante, capaz de momentos de grande intensidade expressiva ou de inesperado lirismo." Jose Mario Silva, Expresso (sobre O luto de Elias Gro)Ha-de guardar lugar proprio e intransmissivel entre as melhores obras da literatura portuguesa contemporanea. Joo Gobern, Diario de Noticias (sobre O luto de Elias Gro)Tordo no da respostas. Alimenta cuidadosamente a ambiguidade, o paradoxo, como se fizessem parte de um silencio cujo misterio no quer desvendar. Isabel Lucas, Publico (sobre O Paraiso segundo Lars D.)Joo Tordo cria dois palcos contiguos, que equilibra entre o atrevimento cruel que o realismo comanda e o clima introspectivo que dele resulta, conjugados com particular desenvoltura e absoluta eficacia. Lidia Jorge (sobre O deslumbre de Cecilia Fluss)Um romance extraordinario, que se le a transparencia de um talento mais do que confirmado, porventura unico entre nos, na primeira linha das vozes literarias da geraço a que pertence. Joo de Melo (sobre O deslumbre de Cecilia Fluss)Uma narrativa com um cunho muito proprio e um dos registos mais pessoais e intensos desta geraço. Joo Ceu e Silva, Diario de Noticias (sobre Ensina-me a voar sobre os telhados)